Caraca... 2011 passou, que venha o fatídico 2012, não da pra reclamar de 2011, o ano fez seu esforço, trouxe coisas boas, trouxe muito papo filosófico madrugada adentro, reflexões, descobertas e muito tijolo pra ser empilhado.
Tive boas conquistas nesse ano e alguns desafios, to fazendo o Prófuncionario, uma pós meio puxada pelo estado, são 2 anos de luta e aprendizado questionável, a turma é boa e vamos ver o que rola, 6 meses já foram, falta 18, vai terminar junto com o meu empréstimo.
Uma pena que esse empenho fez os blogs ficarem de lado, sem atualização, junto com outras coisas que ficaram em segundo plano, mas de pouco a gente volta e acha a rotina.
Mas as coisas boas vem sempre de forma diferentes, comecei a ler o Senhor dos Anéis - As Duas Torres, confesso que ficou meio de lado, por culpa de uma pessoinha ai, li As Fêmeas, do Marcelo Rubens Paiva, to revisitando O Hobbit depois de ver o trailer do filme, li Coraline do Neil Gaiman e por ai vai. Terminei a leitura das duas edições do Scott Pilgrim e pra variar botei na fila outra leituras ai, teve bastante blog e leitura online ( Hannibal é um), os livros do Manara, 300 de Esparta, bons filmes, Scott Pilgrim vs The World, Gato de Botas, 500 dias com ela, Thor, A Garota da Capa Vermelha entre outros, seriados nem se fala, retorno dos Thundercats, revendo a Lenda de Aang, Trigun Badland Rumbles, Summers Wars entre outras animações, nessa parte nerd cultural, foi um ano proveitoso.
Música foi divertido também, claro que os clássicos foram tocados sempre, U2, Paralamas, um pouco de Marina Lima, Marisa Monte, conheci Adele, um som bem forte, Metric, Red Shoes, teve muito da Regina Spektor.
De games não teve muita coisas, mas essa poucas coisa teve muito, teve o Wii com algumas dezenas de jogos, que afunilando, pra mim, fiquei com os épicos né, Metroid, Zelda, Super Mario Bros. Teve os jogos pra PSP, Parasite Eve 3, Dissidia, Final Fantasy Tactics, Crisis Core, ai teve aqueles de PC que realmente foram titânicos: Deux Ex: Human Revolution (aventura cyber punk, mistura Dirty Harry com Blade Runner e Missão Impossível), Dead Space (Alien com zumbis), World Of Warcraft (esse não tem fiim), e Skyrim, esse último é O épico nórdico viking bom da porra, cenários lindos, planícies, montanhas, rios e afins sem limite pra onde ir e o que fazer... to me enrolando pra terminar por que não da vontade de terminar, o negócio é virar mochileiro e sair viajando pelo mundo do jogo explorando cidades e castelos abandonados....
Acho que isso fecha 2012 de uma maneira geral, outras coisas não irei por aqui por é pessoal demais, agradeço as pessoas que estão na minha vida, os contatos e as boas situações que ocorreram, peço desculpa a aqueles que ficaram de lado, mas a vida é assim, nem sempre a gente pode dar atenção a todos... e que venha 2012.
Ps. posso parecer vazio, mas expor demais minha vida atualmente não é falta de interesse, é proteção mesmo!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Última fábrica de máquinas de escrever fecha as portas
Godrej & Boyce, da Índia, decide finalmente parar de produzir máquinas de escrever por falta de pedidos
iG São Paulo | 27/04/2011 15:58A Godrej & Boyce, de Bombaim e a última fabricante de máquinas de escrever da Índia, decidiu colocar o ponto final em uma trajetória de mais um século, segundo publicou hoje o site do jornal português Páublico.
Na década de 90, quando as máquinas de escrever já deixaram de ser fabricadas no Ocidente, a Godrej & Boyce ainda conseguia vender cerca de 50 mil unidades por ano. No entanto, no ano passado, saíram da fábrica menos de 800 máquinas.
“No início dos anos 2000, os computadores passaram a dominar. Todos os fabricantes de máquinas de escrever de escritório pararam a produção, exceto nós”, afirmou o diretor executivo da empresa, Millind Dukle, ao jornal indiano Business Standard.
Eles resistiram até abril de 2011.
“Não estamos recebendo encomendas. Até 2009, costumávamos produzir 10 a 12 mil máquinas por ano”, disse Dukle. Na despedida, sobraram duas centenas de máquinas, que ainda se encontram em armazém, a maioria em árabe. “Esta pode ser a última oportunidade para os amantes da máquina de escrever”, afirmou o empresário
As máquinas vão passar definitivamente para os antiquários e museus, associadas a alguns dos escritores mais relevantes do século passado, como Faulkner, Hemingway, Burroughs, Kerouac. Este último, por exemplo, escreveu “On The Road” (Pé na Estrada) num único rolo de papel, para não ter que trocar as folhas da máquina e interromper a narrativa.
As histórias são muitas, os nomes reconhecíveis também – ainda hoje Cormac McCarthy escreve à máquina. Contudo, a história deste instrumento, que começou a ser desenvolvido no início do século XVIII, não se restringe a notáveis. Nos escritórios, as máquinas foram por muito tempo um equipamento indispensável.
A primeira máquina de escrever comercial foi fabricada em 1867 nos Estados Unidos. Nos anos 50, o equipamento transformou-se em um símbolo da independência na Índia.
Saiu daqui ó
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Cap extra
Ela segue pela rua, sentindo a garoa leve bater no rosto, olha para cima e as muralhas de vidro e concreto refletem luzes, o ar esta meio anoitecer, meio amanhecer, pessoa se espremem pelos cantos e poucos viventes no meio, o mundo se abre para ela, a garoa engroça e ninguém nota suas lagrimas descendo salgadas pelo rosto.
Para em frente ao prédio, olha novamente para cima, vê a janela la no alto, ou pelo menos acredita que vê, enxuga o rosto, entra, dá oi pro porteiro, pega o elevador, no caminho imagina uma cena que gostaria de ter, com alguém esperando la no ultimo andar, sai do elevador e novas cenas veem a cabeça, pega o corredor, segue mais um pouco, sorri ao entrar no apartamento, porem, nada daquilo que imaginava acontece, então deixa a bolsa cair pelo caminho e a roupa de pouco se livra, pega um roupão qualquer e se joga no sofa na sala, liga a tv e pensa que o mundo é uma droga e que as vezes da vontade de fugir
Nesse ponto, ding dong, ou toc toc, a história fica meio confusa nesse ponto exato, mas não vem ao caso, importa é que alguem chegou, ela abriu a porta ja discrente mas deu aquele sorriso e aquele olhar especial, ele entrou, a porta se fechou, então eles sentaram no sofá, ela encostou a cabeça no peito dele que retribuiu com passada de dedos entre as madeixas, nada precisa ser dito, apenas o momento bom de curtir simplesmente pelo momento de estar ali, naquele local, dentro de um universo tão vasto e cheio de possibilidades.... por que tinha que ser....
Para em frente ao prédio, olha novamente para cima, vê a janela la no alto, ou pelo menos acredita que vê, enxuga o rosto, entra, dá oi pro porteiro, pega o elevador, no caminho imagina uma cena que gostaria de ter, com alguém esperando la no ultimo andar, sai do elevador e novas cenas veem a cabeça, pega o corredor, segue mais um pouco, sorri ao entrar no apartamento, porem, nada daquilo que imaginava acontece, então deixa a bolsa cair pelo caminho e a roupa de pouco se livra, pega um roupão qualquer e se joga no sofa na sala, liga a tv e pensa que o mundo é uma droga e que as vezes da vontade de fugir
Nesse ponto, ding dong, ou toc toc, a história fica meio confusa nesse ponto exato, mas não vem ao caso, importa é que alguem chegou, ela abriu a porta ja discrente mas deu aquele sorriso e aquele olhar especial, ele entrou, a porta se fechou, então eles sentaram no sofá, ela encostou a cabeça no peito dele que retribuiu com passada de dedos entre as madeixas, nada precisa ser dito, apenas o momento bom de curtir simplesmente pelo momento de estar ali, naquele local, dentro de um universo tão vasto e cheio de possibilidades.... por que tinha que ser....
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
roteiro simples
Ato 1
Umas quatro da manha, ele se vira pro lado, abre levemente os olhos, ve o vulto da amada, separa o bolo de cobertas entre eles, acha uma oportunidade, e a abraça por tras, toca sua pele quente e semi desnuda, a beija no ombro, ronronoa alguns gemidos vindo pelo quentinho gostoso da pele, sorri de leve e cai no sono.
Ato 2
Ela levanta antes que ele, se ajeita a beira da cama, sai enrolada na coberta até a porta do banheiro e deixar cair a mesma, entra, sai em alguns minutos, volta pra cama e é a vez dela repetir o ato anterior
Ato 3
Ele poe a agua para esquentar e ajeita o coador de café, ela liga a tv para ver alguma receita e liga o computador, ele com mau humor tipico de manha mal acordada, prepara as xicaras, corta pão, ajeita a manteiga e o salaminho, depois de tudo pronto serve o café na sala mesmo e ficam conversando sobre o que passa na tv e planejam o que tem de ser feito na semana.
Ato 4
Almoçam juntos, se vestem e saem para o trabalho, nenhuma palavra é dita no caminho, apenas observações cotidianas, pegam o onibus, pela sorte sentam juntos e ficam de braços dados, pouco é dito pelo caminho, ela encosta a cabeça no ombro dele, juntam mas as mãos e seguem seu caminho juntos...
Fim
Umas quatro da manha, ele se vira pro lado, abre levemente os olhos, ve o vulto da amada, separa o bolo de cobertas entre eles, acha uma oportunidade, e a abraça por tras, toca sua pele quente e semi desnuda, a beija no ombro, ronronoa alguns gemidos vindo pelo quentinho gostoso da pele, sorri de leve e cai no sono.
Ato 2
Ela levanta antes que ele, se ajeita a beira da cama, sai enrolada na coberta até a porta do banheiro e deixar cair a mesma, entra, sai em alguns minutos, volta pra cama e é a vez dela repetir o ato anterior
Ato 3
Ele poe a agua para esquentar e ajeita o coador de café, ela liga a tv para ver alguma receita e liga o computador, ele com mau humor tipico de manha mal acordada, prepara as xicaras, corta pão, ajeita a manteiga e o salaminho, depois de tudo pronto serve o café na sala mesmo e ficam conversando sobre o que passa na tv e planejam o que tem de ser feito na semana.
Ato 4
Almoçam juntos, se vestem e saem para o trabalho, nenhuma palavra é dita no caminho, apenas observações cotidianas, pegam o onibus, pela sorte sentam juntos e ficam de braços dados, pouco é dito pelo caminho, ela encosta a cabeça no ombro dele, juntam mas as mãos e seguem seu caminho juntos...
Fim
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Inspiração 3 : Games
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| Super Mario fez mais pela infância do que muito autor infantil atual. |
Acho que uma das formas mais controversas de Literatura Digital são os Games, alias, já começa por ai pelo fato de que boa parte das pessoas não vêem em jogos a parte e o contexto literário pelo simples fato de não terem habilidade, noção ou interesse suficiente pra jogar e ai sim desfrutar de tudo o que pode ser extraído de conteúdo de um jogo
Não desmerecendo os livros, por exemplo, mas acho que elas se equivalem como midia e forma de atrativo, até por que, livro, exercita sua imaginação, tem seu poder, sua atenção, jogos já testam sua inteligência, sua habilidade motora e como em um filme, fazem as pessoas tentar ver por trás de muitas vezes da ação, o fundo histórico existente.
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| Alguém ai lembra de Furia de Titãs? |
De uma forma mais resumida, temos a série God Of War, eu brinco que o jogo deveria se chamar Jogo de Macho, pois a princípio se resume a porrada descerebrada, mas ao parar e olhar a história, uma típica tragédia grega sobre a vingança de um homem que perde a família e vai de encontro aos deuses sem nenhum rancor ou piedade por quem estiver no caminho, que se percebe que há muito por trás de um simples "joguinho".
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| Muita coisa ser explorada... |
Já World of Warcraft resume talvez a comunidade nerd gamer nos últimos anos muito bem, sucessor da série Warcraft, o jogo trás o mundo de Azeroth povoado de diversas raças, dividas entre duas facções, a Horda (composto pelos "monstros") e a Aliança (pelos humanos e similares) e uma disputa de poder e sobrevivência, passando por lutas internas e manipulações demoníacas que atravessam gerações, heróis, reis, dragões milenares e perigos ocultos, algo que é bastante similar ao que se vê por exemplo em Senhor dos Anéis, porém com um Q de rede social mundial e desafio dos mais brandos aos mais hardcore.
Esses são alguns exemplo que podem ser dados, há centenas de outros para todos os gostos, como terror, ação, quebra cabeças ou simplesmente mata tempo, e isso vai do gosto de cada um, só uma pena a carecterística gamer ainda ser tratada como criancice e não levada a sério como forma de literatura, seja por sua natureza ou seja pela sociedade em si que mais enxerga o potencial existente daquilo que ela não tem costume e prefere mil vezes novela e reality show a algo mais "cerebral".
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Inspiração 2
Ronin
tirado do Wiki: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ronin
Os ronin não seguíam o principio básico do bushido de lealdade ao daimyo - lembrado que ser ronin nunca foi uma opção e sim uma condição imposta normalmente pelo daimyo - sendo assim, não eram considerados samurai, mas ainda assim portavam um daisho , o símbolo máximo da casta samurai.
Ser ronin consistia em viver peregrinando, ocupando-se de pequenos serviços em troca normalmente da refeição do dia e da pratica das artes samurai. Os ronin tornaram-se temidos por sua grande habilidade em combate e por sua independência do código samurai, o que os tornava muito mais temíveis que os já temidos samurai.
O Ronin em geral é um solitário. Na cultura Japonesa, crê-se que todo homem segue um destino, uma linha. O Ronin por sua vez faz jus ao seu nome: Homem-Onda. Não tem sentido, nem destino (como as ondas do mar). Neste caso nem é preciso frizar que tal "classe" é desgraçada diante da sociedade.
tirado do Wiki: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ronin
Breve historia dos Ronin
O samurai que perdesse seu daimyo deveria praticar o seppuku de acordo com o bushido , porém houve casos em que isso não ocorreu, seja por vontade do daimyo, ou por diversos outros motivos como, por exemplo, a vingança dos quarenta e sete ronin (Não existe plural para palavras em japonês).Os ronin não seguíam o principio básico do bushido de lealdade ao daimyo - lembrado que ser ronin nunca foi uma opção e sim uma condição imposta normalmente pelo daimyo - sendo assim, não eram considerados samurai, mas ainda assim portavam um daisho , o símbolo máximo da casta samurai.
Ser ronin consistia em viver peregrinando, ocupando-se de pequenos serviços em troca normalmente da refeição do dia e da pratica das artes samurai. Os ronin tornaram-se temidos por sua grande habilidade em combate e por sua independência do código samurai, o que os tornava muito mais temíveis que os já temidos samurai.
O Ronin em geral é um solitário. Na cultura Japonesa, crê-se que todo homem segue um destino, uma linha. O Ronin por sua vez faz jus ao seu nome: Homem-Onda. Não tem sentido, nem destino (como as ondas do mar). Neste caso nem é preciso frizar que tal "classe" é desgraçada diante da sociedade.
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